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O bufê é um dos serviços mais importantes em uma festa e a seleção deve ser criteriosa e cercada de cuidados para garantir a satisfação do contratante e seus convidados. Quem planeja um evento e deseja contratar um bufê precisa observar uma série de fatores para garantir a escolha certa do prestador do serviço.

O presidente do Sindicato dos Bufês de Belo Horizonte e Região Metropolitana (Sindbufê-MG) João Teixeira Filho recomenda algumas dicas para ajudarem na hora da contratação. “Planejar com antecedência é a sugestão para quem quer sucesso. O ideal é fazer a escolha com o máximo de antecedência possível, para não correr o risco de ficar sem a data disponível e depois ter de fechar o serviço às pressas”, afirma.

Conhecer a história e a tradição da empresa, e não só considerar apenas o preço do serviço também é uma orientação importante. “É preciso desconfiar de orçamentos com valores muitos baixos. A área de bufê reúne muitos componentes e depende de muitos fatores para se chegar a um valor justo. Deve-se buscar informações sobre a tradição da empresa e conversar com pessoas que já contrataram o serviço para obter referências sobre o bufê”, alerta Teixeira Filho.

Exigir que a empresa apresente, antes de fechar o evento, o contrato de serviço; o contrato social; o alvará de localização e funcionamento; o alvará sanitário; a inscrição estadual e a inscrição municipal. A documentação em mãos permite acesso a dados sobre a empresa junto ao Serasa e Procons estadual e municipal, permitindo ainda consultar possíveis denúncias e queixas sobre a empresa. “A falta de alguns desses documentos, como o alvará sanitário, pode indicar que o bufê não tem produção própria, o que não é ilegal, mas cabe ao contratante questionar a origem dos produtos, que deverá ser de uma empresa devidamente legalizada”, observa o presidente do Sindbufê-MG. “Quando os documentos legais não são apresentados, trata-se da maior evidência que a empresa é informal. Os riscos do evento contratado não acontecer serão grandes, pois uma fiscalização dos órgãos que normatizam a atividade do setor pode paralisar a atividade dessa empresa a qualquer momento, e até que se tome as medidas necessárias para a legalização, pode coincidir com a data de um evento contratado”, reforça.

Outra recomendação importante é sobre o envolvimento do dono da festa com o evento. Não contrate por meio de terceiros. “Participe da negociação. É preciso conhecer cada detalhe do trabalho. Delegar a função a outra pessoa pode resultar em frustrações futuras. Estar envolvido na contratação também garante que o bufê contratado tenha a oportunidade de perceber melhor a expectativa do cliente, que vai indicar o melhor serviço que vai atender o sonho do cliente com excelência”, garante o presidente.

O Sindbufê-MG também desenvolveu o Selo de Qualidade, que é mais um grande aliado para auxiliar o consumidor na escolha de um bufê. A ferramenta garante ao cliente que as empresas certificadas estão de acordo com as normas de segurança alimentar e cada vez mais preocupadas em aprimorar os processos de gestão em geral. “O caso dos bufês sem certificado, não significa que são inaptos para atendimento. Entretanto, o Selo de Qualidade é um indicativo que as empresas filiadas ao Sindbufê-MG estão preocupadas em superar as expectativas dos clientes, desenvolvendo processos de melhoria contínua”, observa João Teixeira Filho.

 

Veja a entrevista completa do presidente do Sindicato:

 

 

 

ATENÇÃO!
Confira as principais dicas para contratar um bufê de confiança.
 

- Procure conhecer a história e a tradição da empresa;

- Quando comparar orçamentos, fique atento a diferenças muito grandes de valores entre os bufês procurados;

- Não contrate por meio de terceiros, participe de toda a negociação;

- Informe-se com amigos ou conhecidos que já contrataram esta empresa sobre a satisfação dos serviços prestados;

- Exija, antes de fechar um evento, que a empresa lhe forneça: o contrato de serviço, o contrato social, o alvará de localização e funcionamento, o alvará sanitário, a inscrição estadual e a inscrição municipal. De posse desses documentos, pesquisa no Serasa as informações, além dos Procons estadual e municipal;

- A falta de alguns desses documentos, como o alvará sanitário, pode indicar que o bufê não tem produção própria, o que não é ilegal, mas cabe ao contratante questionar a origem dos produtos, que deverá ser de uma empresa devidamente legalizada;

- Quando os documentos legais não forem apresentados, essa é a maior evidência de que a empresa é informal, dessa forma, os riscos são grandes e o seu evento contratado poderá não acontecer. Uma fiscalização dos órgãos que normatizam a atividade do setor poder paralisar a atividade dessa empresa a qualquer momento, até que ela tome as medidas necessárias para a legalização, o que pode coincidir com a data de realização de um evento contratado.

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